22 nov 2017

Sobre estratégia, execução e neurotransmissores

O livro Execução – A disciplina para atingir resultados (Larry Bossidy e Ram Charan), reforçou uma certeza construída trabalhando em empresas de diversos setores e portes:

 

Uma estratégia bem elaborada continua a ser fator crítico de sucesso, mas a capacidade de disseminá-la por todo corpo operacional e criar mecanismos de análise e feedback nas pontas é “O” diferencial em um mundo dinâmico como o nosso.

 

Neurotransmissores são substâncias produzidas pelos neurônios para enviar informações a outras células. Podem também estimular a continuidade de um impulso ou efetuar a reação final no órgão ou músculo alvo.

 

Uma empresa, por mais que tenha um cérebro (estratégia) brilhante, não vai conseguir atingir os resultados finais se a comunicação com o seu corpo (operações) não funcionar perfeitamente.

 

Entenda como “funcionar perfeitamente”:

 

  • Carregar todo este DNA estratégico para todos seus colaboradores, de forma que cada um entenda seu papel dentro do objetivo global.

  • Definir metas e criar mecanismos claros de medição e controle

  • Prover capacidade e ferramentas analíticas para que cada ponta da operação possa analisar e enviar feedbacks ao “cérebro” quando alguma coisa estiver indo errada.

 

Aos poucos grandes empresas estão entendendo a importância da execução como competência, que pode não ter o mesmo “charme” do planejamento estratégico, mas sem dúvida é o que vai definir o resultado final.